Minidólar (WDOG26) Sob Pressão Antes do Fed e do Copom
O minidólar (WDOG25), com vencimento em fevereiro, fechou a última sessão em 27 de janeiro com uma forte baixa de 2,00%, alcançando 5.183,5 pontos. Essa queda foi influenciada pelo enfraquecimento da moeda americana no exterior e pelo forte fluxo de estrangeiros para a bolsa brasileira, o que reforçou o apetite global por risco e a rotação de capital para mercados emergentes.
No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio em linha com as expectativas, mantendo a projeção de Selic estável na decisão do Copom, assim como dos juros nos EUA pelo Federal Reserve. O diferencial de juros segue sustentando a entrada de recursos e pressionando o câmbio.
Análise Técnica
No gráfico de 15 minutos, o movimento esticado de baixa, com o preço encerrando bem abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforça a dominância vendedora no curto prazo. Para ocorrer uma reação mais consistente, será necessária a superação da resistência em 5.202,5/5.213,5.
No gráfico diário, o minidólar formou um forte candle de baixa, evidenciando interesse vendedor elevado. O movimento levou o IFR (14) para 21,29, caracterizando região de sobrevenda, o que mantém no radar a possibilidade de repique técnico.
Para reverter o quadro no diário, será necessário superar a região de resistência em 5.283,5/5.314,5. Já a continuidade da queda passa pela perda da região de suporte em 5.180/5.121, abrindo espaço para 5.073/5.037.
Conclusão
O minidólar (WDOG26) opera sob pressão antes do Fed e do Copom, com um forte movimento de baixa nos gráficos de 15 minutos e diário. A superação das resistências e a manutenção dos suportes serão fundamentais para definir a dinâmica do curto prazo.
- Resistência em 5.202,5/5.213,5
- Suporte em 5.180/5.170
- IFR (14) em 21,29, caracterizando região de sobrevenda
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