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Minerva: XP rebaixa ação para neutra de olho nos resultados do 4º tri e BEEF3 cai 6%

Rebaixamento da Recomendação da Minerva

A XP Investimentos rebaixou a recomendação da Minerva (BEEF3) de compra para neutra, devido aos resultados insatisfatórios previstos para o quarto trimestre de 2025. A companhia divulgará seus números no dia 18 de março, e o preço-alvo da ação foi redefinido para R$ 7,20 em 2026, uma redução em relação ao valor anterior de R$ 8,40.

Com essa notícia, os papéis BEEF3 caíram 6,56% para R$ 5,27, nesta terça-feira (24). De acordo com a XP, assimetrias negativas e o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda das ações estão criando um ambiente desfavorável para a companhia, o que pode pressionar os resultados.

Cenário Externo e Doméstico

No cenário externo, as incertezas quanto ao tratamento das cotas com a China e os riscos negativos do câmbio mais forte são fatores que influenciam negativamente a Minerva. Já no cenário doméstico, o consumo fraco e pressionado, com a iminente virada do ciclo do gado e incertezas em relação às altas dos preços do boi, também são desafios para a companhia.

Com base nisso, a XP revisou para baixo as estimativas de Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) para o final de 2026, agora prevendo uma redução de 7% e 6%, abaixo do consenso do mercado.

Análise do JPMorgan

Por outro lado, o JPMorgan manteve a recomendação neutra para a Minerva, com preço-alvo para o final do ano de R$ 8,00 por ação. De acordo com os analistas, a Minerva ainda deve capitalizar uma forte demanda de exportação, mas o potencial de valorização é limitado.

A estimativa do JPMorgan para o consumo de fluxo de caixa livre (FCF) é de R$ -371 milhões no trimestre, devido aos maiores estoques e redução de adiantamento a clientes. Além disso, os analistas não veem um catalisador claro para a ação, considerando o cenário mais desafiador que a companhia deve enfrentar à frente.

  • Preço-alvo da ação: R$ 7,20 em 2026
  • Estimativa de Ebitda: redução de 7% e 6% para o final de 2026
  • Previsão do JPMorgan: consumo de fluxo de caixa livre de R$ -371 milhões no trimestre

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