Posição de Stan Druckenmiller em Ações Brasileiras
O bilionário Stanley Druckenmiller, através de sua gestora Duquesne Family Office, aumentou sua posição no maior ETF que acompanha ações brasileiras, o iShares MSCI Brazil ETF, pouco antes do forte rali no mercado em janeiro.
A gestora adicionou cerca de 3,5 milhões de cotas (US$ 112,8 milhões) no fundo de US$ 9,1 bilhões, no trimestre encerrado em 31 de dezembro, segundo documentos regulatórios. Além disso, a Duquesne Family Office também comprou opções de compra do fundo (US$ 134,3 milhões).
Desempenho do ETF
O ETF, negociado sob o código EWZ, avançou 17% em janeiro, no melhor desempenho mensal desde 2020. O rali foi impulsionado pela fraqueza do dólar e pela alta das commodities, o que levou a ganhos de dois dígitos nas ações da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR3; PETR4).
A alta neste ano tem sido liderada pelas ações de maior liquidez, frequentemente vistas como principal porta de entrada para investidores estrangeiros. A expectativa de início de cortes de juros no próximo mês na maior economia da América Latina também tem sustentado o apetite por risco.
Expectativas para o Futuro
Cerca de 64% dos gestores de fundos latino-americanos consultados pelo Bank of America esperam que o Ibovespa supere os 190 mil pontos até o fim de 2026, o que implica potencial de alta de cerca de 2% em relação ao fechamento de sexta-feira (13).
- O otimismo ocorre em meio a um início de ano forte para ativos de mercados emergentes, que vêm atraindo capital diante de fundamentos melhores e de um movimento global de diversificação após anos de forte exposição aos mercados dos Estados Unidos.
- Fundos multimercado estão “buscando aumentar exposição a ações brasileiras por meio do EWZ”, afirmaram estrategistas do Itaú BBA.
Em resumo, a posição de Stan Druckenmiller em ações brasileiras antes do rali é um sinal de confiança no mercado brasileiro e pode atrair mais investidores estrangeiros para o país.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link