Lindbergh: violação material de tornozeleira por Bolsonaro enterra a tese da defesa
O líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados, deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou que a violação da tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é um fato que “enterra a tese da defesa”. A violação material do equipamento, confirmada pela Polícia Federal, confessada por Bolsonaro e prestes a ser detalhada por laudo pericial, é um indicativo de que o ex-presidente não tem intenção de cumprir as determinações judiciais.
De acordo com Lindbergh, a atitude de Bolsonaro é “inacreditável” e demonstra uma “ação consciente e voluntária para sabotar o monitoramento judicial, típica de quem busca abrir rota de fuga”. A confissão de Bolsonaro de ter usado ferro de solda na tornozeleira eletrônica é um exemplo disso, e o deputado o critica por ter agido como um “fugitivo amador”.
Alguns pontos importantes sobre o caso incluem:
- A violação da tornozeleira eletrônica é um fato confirmado pela Polícia Federal e confessado por Bolsonaro.
- A atitude de Bolsonaro demonstra uma falta de respeito às instituições e às determinações judiciais.
- O ex-presidente já havia demonstrado intenção de fugir da prisão domiciliar, ensaiando fugas para embaixadas de outros países.
Diante desses fatos, Lindbergh defende a prisão preventiva do ex-presidente até o início do cumprimento da pena. “A única medida compatível com a gravidade dos fatos é a prisão preventiva na Polícia Federal, onde permanecerá até o trânsito em julgado que o levará ao início do cumprimento definitivo da pena”, afirmou o líder do PT.
Em resumo, a violação material da tornozeleira eletrônica por Bolsonaro é um fato que demonstra a falta de intenção do ex-presidente em cumprir as determinações judiciais e justifica a prisão preventiva até o início do cumprimento da pena.
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