Limites de uso do Gemini: O que está acontecendo?
O Google recentemente mudou os limites de uso no Gemini, adotando um modelo que cobra pelo custo de processamento. No entanto, essa medida tem causado confusão e reclamações entre os usuários, que relatam consumo excessivo das franquias diárias.
Em vez de manter um número fixo de requisições, o Gemini agora considera o gasto de processamento total e reestabelece o limite de uso a cada cinco horas. Isso deve impactar prompts mais complexos, mas alguns usuários relatam que o limite é atingido em poucos minutos com apenas um comando.
Reações da comunidade e do Google
Um post no X chamou a atenção de Josh Woodward, líder do Google Labs e do aplicativo do Gemini, que respondeu demonstrando surpresa e afirmou que a equipe vai “dar uma olhada”. Outros posts no Threads e no X mostram reclamações da comunidade com a mudança.
O Google incluiu uma nova variante do Gemini, chamada Gemini 3.5 Flash (Low), que registrou um consumo de tokens até 45% menor do que a variante padrão em testes internos. Essa versão pode ser usada como um assistente de programação.
Por que os limites mudaram?
Ainda não há uma explicação oficial da empresa, mas é provável que o mercado mude o modelo de cobrança para se adequar à era dos agentes de IA. Como os agentes conseguem fazer ações longas em segundo plano, não seria viável cobrar por cada tentativa de uso, mas sim pelo processamento gasto na tarefa.
O Google reforça que a geração de mídias, Deep Research e outros modos avançados do Gemini podem acelerar o gasto dos limites diários. O plano AI Ultra, mais caro da empresa, pode oferecer um limite até 20 vezes maior do que a versão padrão.
Algumas das principais queixas da comunidade incluem:
- Alto consumo de tokens ao usar prompts simples
- Limite de uso atingido em poucos minutos com apenas um comando
- Falta de explicação oficial sobre as mudanças nos limites de uso
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