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Liderança feminina na saúde: diretora da Mafra, do grupo Viveo, destaca diversidade como motor de performance

Liderança Feminina na Saúde: Um Motor de Performance

A liderança feminina no setor de saúde é um tema cada vez mais relevante, especialmente quando se considera a disparidade de gênero em cargos de liderança no mercado de trabalho brasileiro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ocupam cerca de 39% das posições de liderança no país, apesar de serem maioria em setores como o da saúde.

Uma das principais empresas do setor de saúde que está trabalhando para mudar essa realidade é a Mafra, do grupo Viveo. A diretora executiva da Mafra, Cristhiane Coutinho, é um exemplo de como a diversidade, resiliência e visão estratégica podem impulsionar carreiras e negócios no setor da saúde.

Trajetória de Crescimento

Cristhiane Coutinho iniciou sua carreira na Mafra há mais de 15 anos, atuando como consultora interna de vendas. Ao longo do tempo, construiu uma trajetória marcada por resultados e aprendizado constante, até assumir a posição de Diretora Executiva, liderando uma das principais operações de distribuição de saúde do país.

Atualmente, a executiva está à frente de uma operação nacional integrada, composta por 15 centros de distribuição em diferentes regiões do Brasil e uma base de mais de 20 mil clientes, entre hospitais, clínicas e estabelecimentos de saúde.

Diversidade como Estratégia de Negócios

A promoção da diversidade faz parte da estratégia do grupo Viveo, holding que controla a Mafra. A companhia investe em programas estruturados de desenvolvimento de lideranças, com foco na formação contínua, identificação de talentos internos e processos seletivos que buscam reduzir vieses e promover equilíbrio de gênero.

Os resultados já aparecem nos indicadores da empresa. Ao final de 2024, mais de 40% dos cargos de liderança da Viveo eram ocupados por mulheres.

  • A diversidade também fortalece as relações comerciais, contribuindo para negociações mais equilibradas e parcerias duradouras.
  • A liderança feminina pode trazer uma visão mais integrada do negócio, equilibrando eficiência operacional, relacionamento com clientes e sustentabilidade de longo prazo.
  • A presença feminina em posições estratégicas amplia a capacidade de tomada de decisão dentro das organizações.

Para Cristhiane, a diversidade está integrada à estratégia corporativa e é um vetor de performance e sustentabilidade do negócio.

Apesar dos avanços, Cristhiane avalia que barreiras estruturais ainda dificultam a ascensão feminina nas empresas, incluindo vieses culturais, sobrecarga de responsabilidades fora do ambiente corporativo e a falta de referências femininas em cargos de alta liderança.

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