Conflito no Oriente Médio: Israel e Líbano
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou que as Forças de Defesa de Israel (IDF) ataquem alvos do Hezbollah no Líbano com força. Essa declaração foi feita após o grupo libanês ter lançado foguetes e drones contra o norte de Israel e contra tropas israelenses estacionadas no sul do Líbano.
Segundo informações do jornal digital Times of Israel, a ordem de Netanyahu foi dada após uma série de ataques do Hezbollah contra Israel. Em vídeo postado no X, Netanyahu afirmou que Israel está mantendo total liberdade de ação contra qualquer ameaça e que está determinado a restaurar a segurança dos moradores do norte do país.
Os ataques resultaram em quatro mortes em Yohmar Al-Shqif, no distrito de Nabatieh, no sul do Líbano, de acordo com a agência de notícias estatal do Líbano, a NNA. Além disso, a agência de notícias do governo do Catar (QNA) relatou que mais duas pessoas morreram e 17 ficaram feridas em um bombardeio em Safad Al-Batikh, no distrito de Bint Jbeil, também no sul libanês.
Esses ataques ocorrem enquanto vigora um cessar-fogo, prorrogado por mais três semanas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O governo libanês busca interromper completamente os ataques e as demolições de casas realizadas por Israel em vilarejos ocupados desde o início desta guerra.
As negociações diretas entre a embaixadora do Líbano em Washington, Nada Hamadeh Moawad, e o embaixador de Israel, Yechiel Leiter, estão em andamento para tentar prorrogar o armistício. No entanto, os ataques continuam, e o número de mortos no Líbano subiu para 2.496 desde que Israel começou a atacar o país vizinho no início de maio.
- Quatro pessoas morreram em Yohmar Al-Shqif, no distrito de Nabatieh, no sul do Líbano.
- Dois pessoas morreram e 17 ficaram feridas em um bombardeio em Safad Al-Batikh, no distrito de Bint Jbeil, também no sul libanês.
- O número de mortos no Líbano subiu para 2.496 desde que Israel começou a atacar o país vizinho no início de maio.
Os conflitos no Oriente Médio continuam a ser uma fonte de tensão e violência, com ambos os lados buscando proteger seus interesses e garantir a segurança de seus cidadãos.
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