Israel Negou Escassez de Interceptores de Mísseis
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, negou recentemente relatos de que o país estaria enfrentando uma escassez de interceptores de mísseis balísticos. Essa negação ocorreu após mais de duas semanas de guerra e mais de 300 disparos de mísseis pelo Irã.
Um site de notícias norte-americano havia citado uma autoridade norte-americana não identificada, afirmando que Israel havia informado a Washington sobre uma escassez crítica de interceptores de mísseis balísticos. No entanto, Saar respondeu a essas alegações, afirmando que a notícia não era precisa.
Além disso, uma fonte militar israelense também negou qualquer falta de interceptores, destacando que as forças armadas estão preparadas para uma campanha prolongada. O Instituto de Estudos de Segurança Nacional (INSS) da Universidade de Tel Aviv informou que o Irã disparou cerca de 300 mísseis balísticos contra Israel, além de centenas de drones, desde os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro.
Metade dos mísseis disparados pelo Irã carregam munições de fragmentação, de acordo com o exército israelense. Além disso, o número de mísseis lançados diariamente tem diminuído significativamente desde os primeiros dias da guerra. O Hezbollah também lançou foguetes contra Israel a partir do Líbano, como retaliação pela morte do líder supremo do Irã no início da guerra.
Um jornal israelense informou que Israel e o Líbano deveriam manter conversações diretas nos próximos dias, citando fontes com conhecimento do assunto. No entanto, Saar negou essa informação, afirmando que não há planos para conversações diretas com o Líbano.
- O Irã disparou cerca de 300 mísseis balísticos contra Israel.
- Centenas de drones foram lançados contra Israel desde os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã.
- Metade dos mísseis disparados pelo Irã carregam munições de fragmentação.
Em resumo, Israel negou a escassez de interceptores de mísseis e está preparado para uma campanha prolongada. O país continua a enfrentar ataques do Irã e do Hezbollah, mas não há planos para conversações diretas com o Líbano.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link