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Israel diz que libaneses retirados não retornarão até que israelenses estejam seguros

Conflito no Oriente Médio: Israel e Líbano

O conflito entre Israel e o Líbano continua a se intensificar, com Israel alertando que os libaneses deslocados que foram retirados de suas casas pelos militares não poderão retornar até que a segurança dos israelenses que vivem perto da fronteira seja garantida.

Essa advertência foi feita pelo ministro da Defesa de Israel, no momento em que as tropas israelenses entraram em novas partes do sul do Líbano, intensificando sua campanha contra o Hezbollah. O Hezbollah é um grupo muçulmano xiita que disse que seu ataque foi uma retaliação pelo assassinato do líder supremo do Irã.

A situação no Oriente Médio é complexa e envolve vários países, incluindo os Estados Unidos e o Irã. A guerra entre os EUA e o Irã começou em 28 de fevereiro, e desde então, o conflito se espalhou para outros países da região.

Avanço das Tropas Israelenses

As tropas israelenses avançaram em novas partes do sul do Líbano, ocupando posições que não estavam sob seu controle anteriormente. O porta-voz militar israelense, tenente-coronel Nadav Shoshani, disse que a ofensiva mais recente é “limitada e direcionada”, mas recusou-se a dizer até que ponto as tropas avançariam no Líbano ou se os soldados assumiriam novas posições.

A nova operação começou dias depois que o ministro da Defesa, Israel Katz, disse que os militares haviam recebido ordens para expandir sua campanha. Mais tarde, ele alertou que o país poderia enfrentar perdas territoriais e danos à sua infraestrutura, a menos que o Hezbollah fosse desarmado.

  • Os militares de Israel ocupam cinco posições no sul do Líbano desde um cessar-fogo com o Hezbollah em novembro de 2024.
  • As tropas israelenses enviaram forças adicionais para o país depois que o Hezbollah disparou uma salva de foguetes em 2 de março.
  • O Hezbollah disse que seu ataque foi uma retaliação pelo assassinato do líder supremo do Irã em 28 de fevereiro.

A situação no Oriente Médio continua a se deteriorar, e é importante que os líderes mundiais trabalhem juntos para encontrar uma solução pacífica para o conflito.

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