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Isenção do IR em 2026: O que muda para quem ganha até R$ 5 mil

A partir de fevereiro de 2026, os trabalhadores com renda de até R$ 5 mil brutos mensais começarão a ver os efeitos da nova tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em seus contracheques. Com essa mudança, essa faixa de renda passa a ter isenção total do imposto, o que significa uma economia significativa para esses contribuintes.

De acordo com as novas regras, quem recebe até R$ 7.350 por mês terá redução gradual no valor descontado na fonte. Isso significa que, para salários acima de R$ 5 mil, o desconto diminui gradualmente conforme a renda sobe, evitando o chamado “degrau tributário”, quando pequenos aumentos salariais geram saltos grandes no imposto.

Para entender melhor como isso afeta os contribuintes, é importante saber que a isenção total do IRPF se aplica a trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios, desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil. Além disso, a isenção também se aplica ao pagamento do décimo terceiro salário.

Aqui estão alguns exemplos de como a redução do imposto pode afetar diferentes faixas de renda:

  • Salário de R$ 5.500: imposto mensal cai cerca de 75%;
  • Salário de R$ 6.500: economia aproximada de R$ 1.470 por ano;
  • Salário de R$ 7.000: economia em torno de R$ 600 por ano.

É importante notar que o valor exato do desconto depende do cálculo individual e de outras rendas e deduções. Além disso, para compensar a perda de arrecadação, quem ganha a partir de R$ 50 mil por mês passará a pagar mais Imposto de Renda, assim como parte das pessoas que recebem dividendos.

A declaração do IR só mudará em 2027, quando o contribuinte poderá refletir as mudanças nas regras de isenção e desconto na Declaração do Imposto de Renda de 2027, referente aos rendimentos de 2026.

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