Tensões no Estreito de Ormuz: Irã Proíbe Armas dos EUA e Oferece Recompensa por Trump e Netanyahu
O Irã anunciou recentemente que não permitirá o transporte de armamentos dos Estados Unidos para bases regionais pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo. De acordo com a imprensa iraniana, o país finalizou um plano para a segurança da via e propôs uma recompensa para ações contra o presidente americano Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
As forças armadas iranianas controlam estrategicamente o Estreito de Ormuz, e qualquer país que deseje transitar pela região deve fazê-lo sob a supervisão das forças armadas do Irã, garantindo uma passagem sem danos. A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) controla a parte ocidental do Estreito, enquanto a Marinha do Exército da República Islâmica do Irã controla o trecho ao leste.
O controle do Estreito de Ormuz é fundamental para o Irã, pois fortalece o “monitoramento e soberania” do país na região e gera lucros com o petróleo. Além disso, o presidente da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, afirmou que o país pretende usar a via para a “geração de energia, produção econômica, defesa e segurança, e serviços marítimos”.
Algumas das principais medidas tomadas pelo Irã incluem:
- Controle estratégico do Estreito de Ormuz pelas forças armadas iranianas;
- Proibição do transporte de armamentos dos EUA para bases regionais;
- Proposta de recompensa para ações contra Trump e Netanyahu;
- Desenvolvimento de um plano para a segurança da via.
A proposta de recompensa prevê o pagamento de € 50 milhões pelo governo do país por ações contra Trump e Netanyahu, e os comandantes do Comando Central americano (Centcom) em retaliação pela morte do líder iraniano Seyyed Ali Khamenei em fevereiro. Essa medida é vista como uma resposta ao que o Irã considera uma ameaça à sua soberania e segurança nacional.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link