Indústria Alemã Contra Exigência de Trump sobre Groenlândia
A indústria alemã expressou sua raiva em relação à ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor tarifas sobre a Europa para pressionar a Dinamarca a vender a Groenlândia. Essa medida é considerada “absurda” e pode desestabilizar as relações comerciais entre os EUA e a União Europeia.
A Alemanha, com sua economia voltada para a exportação, é particularmente vulnerável a essas tarifas, que podem afetar negativamente a demanda por seus produtos, como carros, máquinas e produtos químicos. A indústria alemã está emergindo lentamente de dois anos de declínio, e as tensões comerciais globais já estão pesando sobre a demanda por seus produtos.
Reações da Indústria Alemã
Os líderes da indústria alemã, como Bertram Kawlath, presidente da associação alemã de engenharia VDMA, e Volker Treier, especialista em comércio exterior da Câmara Alemã de Comércio e Indústria (DIHK), pediram uma resposta unificada da União Europeia contra as ameaças de Trump. Eles consideram que os objetivos políticos altamente controversos estão sendo vinculados a sanções econômicas de forma inaceitável.
Alguns especialistas mencionam a possibilidade de utilizar o ‘Instrumento Anti-Coerção’ da UE, que permite que o bloco retalie contra países que exerçam pressão econômica sobre os membros da UE para que mudem suas políticas. No entanto, não há menção direta ao banco central nesse contexto.
- A indústria alemã está preocupada com as consequências das tarifas sobre a economia alemã e europeia.
- A União Europeia pode retaliar contra os EUA utilizando o ‘Instrumento Anti-Coerção’.
- Os acordos provisórios entre os EUA e a União Europeia podem ser inviabilizados pelas ameaças de Trump.
Em resumo, a indústria alemã está contra a exigência “absurda” de Trump sobre a Groenlândia e pede uma resposta unificada da União Europeia para proteger os interesses econômicos da região.
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