Idosos em Movimento: O Impacto da Longevidade no Turismo Brasileiro
O perfil do idoso brasileiro que viaja está mudando rapidamente, influenciando diretamente as tendências do turismo nacional. Com o aumento da expectativa de vida e maior acesso a tecnologias de bem-estar e saúde, as pessoas estão vivendo mais e desejam aproveitar ao máximo essa fase da vida.
De acordo com uma pesquisa recente, 78% dos brasileiros se interessam por retiros de longevidade, que vão além dos roteiros tradicionais de bem-estar, buscando uma vida mais longa e saudável. As preferências incluem terapias inovadoras, como vibração corporal, luz vermelha, crioterapia e tratamento com células-tronco.
Preferências e Tendências
- 87% dos viajantes brasileiros querem aprender práticas de bem-estar para levar para o dia a dia, como ingestão cronometrada de café e terapia intravenosa.
- 76% dos brasileiros pagariam por férias cujo único propósito fosse prolongar a expectativa de vida e o bem-estar.
- A turma dos baby boomers busca aventuras que tiram da zona de conforto, como passeios a cavalo, escalada em montanhas, expedições em rios e até camping na Antártida.
É fundamental reconhecer que não existe mais um padrão único para o envelhecimento no país, e essa heterogeneidade exige atenção especial dos setores de turismo e serviços para atender a essa população crescente com qualidade e diversidade.
Planejamento Financeiro e Liberdade
O planejamento financeiro cuidadoso é essencial para garantir não só a aposentadoria, mas também a liberdade para realizar sonhos e aventuras. A longevidade crescente torna fundamental pensar no momento da desacumulação, quando a pessoa começa a utilizar o capital acumulado para garantir uma renda e também para realizar sonhos, como o de viajar.
Existem planos de renda oferecidos pelas seguradoras que garantem uma mesada fixa, seja enquanto a pessoa viver ou por um período determinado. Essa modalidade é fundamental porque a expectativa de vida e a data exata da aposentadoria são incertas, e a seguradora assume o risco de a pessoa viver 10, 20, 30 anos ou mais após se aposentar.
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