Aumento de Imposto de Importação: Entendendo as Declarações de Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, recentemente afirmou que o aumento das alíquotas do imposto de importação de uma ampla lista de eletrônicos tem caráter puramente regulatório e não afetará os preços desses equipamentos. Essa medida inclui mais de mil itens, entre eles bens de capital, bens de informática e telecomunicação, como smartphones, freezers e painéis com LED.
De acordo com Haddad, a medida não tem impacto nos preços porque mais de 90% desses produtos são produzidos no Brasil, seguindo a lei brasileira. Ele também destacou que, se um produto é produzido fora do país e não tem similar nacional, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) pode zerar o imposto de importação imediatamente.
Objetivos da Medida
A medida visa proteger a produção nacional, impedindo que empresas estrangeiras concorram deslealmente com empresas instaladas no Brasil. Haddad sustentou que a medida não gera impacto em preços, pois é focada na proteção da produção nacional.
Ele também criticou a oposição por disseminar “fake news” sobre o aumento do imposto de importação, afirmando que essas notícias são infundadas e visam proteger empresas estrangeiras que não estão produzindo em território nacional.
Arrecadação Adicional
O aumento do imposto de importação deve gerar uma arrecadação adicional de R$ 14 bilhões, conforme aprovado pelo Congresso em dezembro de 2025. Haddad confirmou que todas as medidas tomadas devem gerar essa receita, mas reiterou que o impacto nos preços não existe, pois a maioria dos produtos é produzida no Brasil.
Além disso, Haddad defendeu a discussão sobre a questão dos supersalários no funcionalismo público, afirmando que é um ponto de partida importante para um debate no Congresso Nacional.
- A medida de aumento do imposto de importação visa proteger a produção nacional.
- Mais de 90% dos produtos afetados são produzidos no Brasil.
- A medida não deve afetar os preços dos produtos.
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