Resposta do Governo Brasileiro às Sanções Comerciais dos EUA
O governo brasileiro, liderado pelo presidente Lula, respondeu às conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre a proposta de sanções comerciais ao Brasil. Em um documento de 29 páginas, o governo brasileiro argumenta que o tarifaço é um “remédio inapropriado” e defende o sistema de pagamento Pix, afirmando que ele ampliou o mercado e favoreceu a inclusão bancária, sem discriminar empresas americanas.
Os argumentos apresentados pelo governo brasileiro foram em resposta à investigação aberta pela gestão de Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. O documento, assinado pelo chanceler Mauro Vieira, destaca que a tarifa de 25% sobre importações brasileiras proposta pelo USTR seria “desconectada do objetivo de eliminar as condutas questionadas” e imporia “custos substanciais aos interesses comerciais dos EUA”.
Defesa do Pix
O governo brasileiro também defendeu o sistema de pagamento Pix, afirmando que o arcabouço legal que o regula trata igualmente entidades nacionais e estrangeiras. “O arcabouço legal é neutro e aplica-se igualmente a entidades domésticas e estrangeiras. Longe de excluir firmas estrangeiras, o Pix ampliou o mercado e criou novos pontos de entrada para provedores privados, incluindo empresas dos EUA como Google Pay e Visa”, diz o documento.
Além disso, o governo brasileiro alega que a Seção 301 não autoriza o USTR a impor sanções comerciais a um país soberano apenas por discordância política, argumentando que o ato do USTR é “irracional” e “onera ou restringe” o comércio dos Estados Unidos.
Conclusão
Em resumo, o governo brasileiro solicitou que o USTR se abstenha de impor medidas unilaterais como resultado da investigação. O governo defendeu o sistema de pagamento Pix e argumentou que o tarifaço é um “remédio inapropriado” que imporia custos substanciais aos interesses comerciais dos EUA.
- O governo brasileiro defendeu o sistema de pagamento Pix, afirmando que ele ampliou o mercado e favoreceu a inclusão bancária.
- O governo argumentou que o tarifaço é um “remédio inapropriado” que imporia custos substanciais aos interesses comerciais dos EUA.
- O governo brasileiro solicitou que o USTR se abstenha de impor medidas unilaterais como resultado da investigação.
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