Petróleo Brent: Previsão Aumentada para 2026
O Goldman Sachs elevou a previsão para o barril do petróleo Brent em 2026 de US$ 77 para US$ 85, enquanto a previsão para o WTI subiu de US$ 72 para US$ 79. Essa mudança reflete a expectativa de um aumento nos preços do petróleo devido a fatores como a tensão no Oriente Médio e a estocagem estratégica de petróleo.
Para o quarto trimestre deste ano, as projeções foram elevadas de US$ 71 para US$ 80, no caso do Brent, e de US$ 67 para US$ 75, no caso do WTI. A previsão para o Brent é composta por vários fatores, incluindo US$ 62 decorrentes de fatores descolados do conflito no Irã, US$ 9 ligados ao aumento dos estoques comerciais de petróleo e ao efeito sobre a diferença entre os preços à vista e a prazo, US$ 4 decorrentes do aumento previsto para os preços futuros da commodity e US$ 5 vindos de posicionamento persistente do mercado relativo a riscos geopolíticos e rotação de ativos.
Cenários para os Preços do Petróleo
O Goldman Sachs acredita que, no curto prazo, o mercado provavelmente vai exigir um prêmio de risco crescente, com o objetivo de destruir demanda e se proteger de escassez em cenários de perturbações mais longas à oferta. Se o fechamento do Estreito de Ormuz restringir o fluxo de petróleo a 5% dos níveis normais por 10 semanas, o banco calcula que os preços do petróleo poderiam ficar entre US$ 105 – num cenário adverso – e US$ 135 por barril – num cenário ainda mais adverso.
Os principais fatores que influenciam as previsões do Goldman Sachs incluem:
- Aumento dos estoques comerciais de petróleo
- Efeito sobre a diferença entre os preços à vista e a prazo
- Aumento previsto para os preços futuros da commodity
- Posicionamento persistente do mercado relativo a riscos geopolíticos e rotação de ativos
Em resumo, a previsão do Goldman Sachs para o petróleo Brent em 2026 aumentou de US$ 77 para US$ 85 devido a fatores como a tensão no Oriente Médio e a estocagem estratégica de petróleo. O banco também prevê que os preços do petróleo poderiam ficar entre US$ 105 e US$ 135 por barril em cenários adversos.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link