Gol: Corte Americana Invalida Cláusula de Plano de Recuperação Judicial nos EUA
A Gol, uma das principais companhias aéreas do Brasil, anunciou recentemente que a Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York decidiu invalidar uma cláusula específica de seu plano de recuperação judicial sob o Chapter 11. Essa decisão foi confirmada em maio deste ano e afeta apenas o dispositivo conhecido como “third party releases”, que se refere à liberação de reivindicações que credores e outros stakeholders da Gol poderiam vir a apresentar contra terceiros.
A companhia informou que ainda está avaliando se recorrerá da decisão, que é passível de recurso. No entanto, a Gol destaca que a decisão não afeta a conclusão do seu processo de reestruturação, uma vez que todas as transações previstas no plano já foram concluídas. Além disso, a decisão não altera as operações nem a situação financeira da companhia após a saída do Chapter 11.
É importante notar que o recurso foi apresentado pelo Office of the United States Trustee (OUST), órgão governamental responsável por supervisionar processos de falência nos EUA. A contestação não questionava o plano como um todo, mas apenas a previsão de liberações de reivindicações que credores e outros stakeholders da Gol poderiam vir a apresentar contra terceiros.
- A Corte Distrital acatou o entendimento do OUST e determinou a exclusão dos “third party releases” do plano.
- A Gol concluiu as transações previstas no plano em 6 de junho, marcando a saída definitiva da companhia do Chapter 11.
- A decisão não afeta a situação financeira da Gol, que continua a operar normalmente.
Em resumo, a decisão da Corte Distrital dos EUA invalidou uma cláusula específica do plano de recuperação judicial da Gol, mas não afeta a conclusão do processo de reestruturação da companhia. A Gol está avaliando se recorrerá da decisão e continua a operar normalmente.
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A Gol (GOLL54) anunciou nesta noite de quarta-feira, 3, que a Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York decidiu invalidar uma cláusula específica de seu plano de recuperação judicial sob o Chapter 11, confirmado em maio deste ano. A companhia diz que ainda avalia se recorrerá da decisão.
Passível de recurso, a decisão, ainda segundo a Gol, atinge apenas o dispositivo conhecido como third party releases (em tradução livre, “lançamentos de terceiros”), sem afetar a conclusão do seu processo de reestruturação.
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Em 20 de maio, a Corte de Falências do mesmo distrito havia aprovado o plano que permitiu a realização de uma série de transações financeiras. Essas operações foram concluídas em 6 de junho, marcando a saída definitiva da Gol do Chapter 11.
O recurso foi apresentado pelo Office of the United States Trustee (OUST), órgão governamental responsável por supervisionar processos de falência no país.
A contestação não questionava o plano como um todo, mas apenas a previsão de liberações de reivindicações que credores e outros stakeholders (públicos de interesse) da Gol poderiam vir a apresentar contra terceiros – mecanismo comum em reestruturações norte-americanas, mas frequentemente contestado pelo OUST.
A Corte Distrital acatou o entendimento do órgão e determinou a exclusão dos third party releases do plano.
“Todas as transações previstas no plano já foram concluídas, e a decisão não altera suas operações nem sua situação financeira após a saída do Chapter 11”, conclui a Gol por meio de comunicado ao mercado.
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