Galípolo: País deve debater por que é preciso de juros tão altos para perseguir meta
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu que a meta de inflação de 3% no Brasil está em linha com a dos pares. No entanto, ele ponderou que é necessário debater melhor a razão pela qual o País precisa de juros tão elevados para perseguir essa meta.
Galípolo destacou que o mercado de trabalho brasileiro segue bastante apertado, com níveis de desemprego historicamente baixos. Ele também chamou a atenção para o pouco ganho de produtividade da economia brasileira, que classificou como um problema de ordem estrutural.
Principais pontos
- A meta de inflação de 3% no Brasil está em linha com a dos pares.
- O País precisa de juros mais elevados para perseguir essa meta.
- O mercado de trabalho brasileiro segue bastante apertado.
- O ganho de produtividade da economia brasileira é um problema de ordem estrutural.
Galípolo também destacou que a palavra-chave da autarquia durante a sua gestão será “estabilidade”, depois de um forte avanço na agenda de competição, inclusão financeira e tecnologia. Ele se negou a comentar sobre os nomes que foram sugeridos pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para a diretoria do Banco Central.
Em resumo, o presidente do Banco Central defendeu a importância de debater a razão pela qual o País precisa de juros tão elevados para perseguir a meta de inflação. Ele também destacou a necessidade de melhorar a produtividade da economia brasileira e de promover a estabilidade como palavra-chave da autarquia.
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