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Cooperação Internacional para Reabrir o Estreito de Ormuz

A França e a Coreia do Sul concordaram em trabalhar juntas para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, uma importante via navegável que foi fechada devido à guerra no Oriente Médio. O presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myeung, se reuniram em Seul para discutir a cooperação entre os dois países.

A reunião ocorreu em meio a críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, a aliados europeus e asiáticos que não apoiaram a guerra de Washington e Israel contra o Irã. Macron destacou a importância de definir claramente as condições para um processo que alivie a crise e o conflito no Oriente Médio, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz.

Cooperação em Diversas Áreas

Além da questão do Estreito de Ormuz, os dois líderes concordaram em expandir a cooperação em tecnologia, energia e outras áreas. Autoridades sul-coreanas e francesas assinaram acordos para trabalhar nas cadeias de suprimento de combustível nuclear, investir conjuntamente em um projeto de energia eólica offshore no sul da Coreia do Sul e colaborar no setor de minerais críticos.

A Coreia do Sul tem se mobilizado para aumentar a produção de seus reatores nucleares a fim de mitigar a crise energética, e Lee também defendeu uma transição mais rápida para energias renováveis. A guerra expôs a forte dependência do país em relação às importações de combustíveis fósseis.

Posição dos EUA

Em um discurso recente, Trump disse que os americanos “não precisam” do Estreito de Ormuz, mas que os países que precisam “devem agarrá-lo e preservá-lo”. Ele também pediu que seus aliados na Ásia e a China se envolvessem na reabertura da via navegável.

Macron afirmou que reabrir o Estreito de Ormuz por meio de uma operação militar é irrealista. Autoridades sul-coreanas disseram estar em contato com Washington sobre o assunto e que Seul não está considerando pagar taxas de trânsito ao Irã para garantir a passagem de combustível pelo estreito.

  • Cooperação internacional para reabrir o Estreito de Ormuz
  • Expansão da cooperação em tecnologia, energia e outras áreas
  • Transição para energias renováveis e redução da dependência de combustíveis fósseis

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