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Flávio muda o tom e diz que visita de Tarcísio a Bolsonaro será ‘papo entre amigos’

Flávio Bolsonaro Muda o Tom e Comenta Visita de Tarcísio a Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) adotou um tom mais conciliador ao comentar a visita que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fará ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF). A declaração de Flávio contrasta com sua fala da semana passada, quando antecipou o teor da conversa entre os dois e contribuiu para o mal-estar que levou o governador a cancelar o primeiro encontro.

De acordo com Flávio, a visita será um “papo entre amigos” e ele acredita que será bom para os dois baterem papo. Além disso, ele destacou que, se depender dele, a direita estará unida. Essa fala marca uma mudança de postura em relação à sua declaração anterior, quando afirmou que Bolsonaro diria a Tarcísio que sua prioridade deveria ser a reeleição em São Paulo e que uma candidatura presidencial estaria “descartada” para o governador.

A visita de Tarcísio a Bolsonaro foi reagendada para quinta-feira, após o governador cancelar a primeira visita sob a justificativa formal de compromissos no estado. O reagendamento busca reduzir o desgaste provocado pelo cancelamento e resgatar o caráter “pessoal” da conversa, evitando que o gesto seja interpretado como ato de alinhamento eleitoral automático.

  • A visita será o primeiro encontro entre Bolsonaro e Tarcísio desde a prisão do ex-presidente, no fim de novembro.
  • É também a primeira conversa entre os dois após Bolsonaro ter indicado Flávio como seu pré-candidato ao Planalto, em dezembro.
  • O movimento ocorre em meio à disputa interna no bolsonarismo sobre o desenho da sucessão de 2026 e o papel que o governador paulista deve desempenhar nesse arranjo.

Após cancelar a primeira visita, Tarcísio tentou conter especulações sobre o cenário nacional e reforçou publicamente sua posição, afirmando que é candidato à reeleição em São Paulo e que trabalha por uma “direita unida e forte”. Nos bastidores, aliados do governador dizem que a estratégia é não fechar portas, mas também não assumir novos compromissos agora.

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