Federação União-PP: Desafios e Dificuldades
A federação entre União Brasil e PP está próxima de ser formalizada, mas enfrenta desgaste e desafios internos. A união das duas legendas políticas visa formar a maior força política do país, mas as dificuldades de negociação expõem as complexidades de alianças desse porte.
Uma das principais exigências para os partidos que compõem a federação é seguir a mesma posição em eleições por no mínimo quatro anos e atuar como se fossem uma legenda só no Congresso, compartilhando o mesmo líder partidário. No entanto, as rixas começam na definição do apoio à Presidência e se espalham para questões locais.
- Disputas internas em ao menos 13 estados;
- Parlamentares insatisfeitos anunciam debandada;
- Divergências sobre o palanque de 2026;
- Resistência ao nome do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato ao Planalto.
A estrutura da federação reunirá 108 deputados e 12 senadores, com um fundo partidário de R$ 954 milhões, além de seis governadores e 1.343 prefeitos. No entanto, as dificuldades de negociação podem levar a desfiliações, como as dos deputados Mendonça Filho, Felipe Francischini e Alfredo Gaspar.
Em estados como São Paulo, Goiás e Paraná, as divergências são significativas. No Rio, a aliança enfrenta dificuldades para definir uma estratégia única, enquanto em Minas, o União se aproxima de aliados do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco, enquanto o PP mantém diálogo com grupos ligados ao vice-governador Mateus Simões.
Em resumo, a federação União-PP enfrenta desafios significativos, incluindo disputas internas, divergências sobre o palanque de 2026 e resistência a nomes de pré-candidatos. Essas dificuldades podem levar a desfiliações e afetar a estabilidade da federação.
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