Excesso de tela nas férias: quando o uso vira risco às crianças
O uso excessivo de telas em crianças pode trazer impactos negativos para a saúde, como ansiedade, alterações de humor, redução do convívio social e outros prejuízos. Durante as férias, o acesso à tecnologia merece ainda mais atenção, pois as crianças têm mais tempo livre em casa e podem passar mais tempo em frente às telas.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o excesso de tempo de tela pode causar distúrbios do sono, ansiedade, depressão, alterações de humor e dificuldades nas interações sociais. Além disso, pode prejudicar o desenvolvimento cognitivo e o desempenho escolar.
Quais são os principais riscos do excesso de tela?
- Distúrbios do sono
- Ansiedade e depressão
- Alterações de humor
- Dificuldades nas interações sociais
- Prejuízo ao desenvolvimento cognitivo e desempenho escolar
Para evitar esses riscos, é importante estabelecer limites de exposição às telas conforme a idade da criança. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda:
- Até 2 anos: evitar a exposição às telas
- De 2 a 5 anos: limitar o tempo de telas a 1 hora por dia
- De 6 a 10 anos: limitar o tempo de telas a 1-2 horas por dia
- De 11 a 18 anos: limitar o uso de telas e jogos de videogame a 2-3 horas por dia
Como reduzir o tempo de tela durante as férias
Em vez de apenas proibir o uso de dispositivos, é importante criar uma rotina equilibrada, com espaço para atividades físicas, passeios, descanso e momentos de interação em família. Além disso, é importante envolver as crianças na construção da rotina e estabelecer regras claras para o uso de aparelhos e aplicativos digitais.
Outra dica é priorizar conteúdos educativos e adequados ao desenvolvimento da criança, e evitar o uso de telas durante as refeições e em quartos isolados. Além disso, é importante que os pais demonstrem um uso equilibrado da tecnologia e participem das atividades com as crianças.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link