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Conflito no Oriente Médio: 14º Dia de Guerra

O conflito entre os Estados Unidos e o Irã completou duas semanas, com o 14º dia marcado por uma série de eventos significativos. Os Estados Unidos divulgaram um cartaz oferecendo recompensa de até US$ 10 milhões por informações sobre Motjaba Khamenei, filho de Ali Khamenei e líder supremo do Irã, e líderes da Guarda Revolucionária do Irã.

Cidadãos iranianos foram às ruas para protestar contra Israel e marcar posição pró-palestina. No entanto, uma explosão aconteceu próxima à manifestação, deixando uma pessoa morta. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que novos protestos contra o governo serão reprimidos de forma ainda mais dura do que em janeiro, quando milhares de manifestantes foram mortos pela repressão.

Ataques e Conflitos

Forças armadas israelenses lançaram uma nova campanha contra o Irã, emitindo avisos de evacuação para partes de Teerã e Qazvin. A TV estatal iraniana reportou explosões em Teerã, e a mídia do país informou que caças foram vistos sobrevoando Teerã em altitude baixa.

Israel também anunciou que atacou uma ponte no Líbano, marcando a primeira vez que o país admitiu ter mirado em estrutura civil desde o começo dos conflitos. Drones e mísseis foram interceptados em outros países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Turquia.

Números da Guerra

Os números da guerra são alarmantes. Apenas 77 navios atravessaram o Estreito de Ormuz desde o começo da guerra. No Líbano, 773 pessoas foram mortas, incluindo mais de 100 crianças, e 1933 pessoas foram feridas, com 326 crianças entre elas. Além disso, os corpos de 84 iranianos foram repatriados pelo Sri Lanka após um ataque a um navio na costa do país.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, desembarcou em Beirute em uma visita de solidariedade com o povo do Líbano, pedindo que o Hezbollah e Israel cheguem a um acordo de cessar-fogo. No entanto, os ataques continuaram, e os líderes dos países envolvidos prometeram ataques ainda mais intensos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma série de comentários sobre a guerra, incluindo a afirmação de que “é uma honra matar iranianos”. Ele também voltou a falar sobre Motjaba Khamenei, afirmando que acredita que ele esteja vivo, mas ferido.

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