Integração de Mísseis Patriot nos Navios da Marinha dos EUA
A Lockheed Martin recebeu um contrato para integrar o míssil Patriot, um interceptador de mísseis do Exército, no sistema de combate Aegis da Marinha dos Estados Unidos. Essa é a primeira vez que a arma será implantada no mar, marcando um marco importante na defesa antimísseis da frota de destróieres da Marinha dos EUA.
A justificativa para a mudança vem sendo construída há anos, motivada pelo temor de que a China implantasse armas hipersônicas para afundar navios no Pacífico. A implantação do míssil Patriot fortalecerá o escudo de defesa antimísseis que protege a frota de destróieres da Marinha dos EUA.
Vantagens do Míssil Patriot
O PAC-3 MSE é mais ágil do que os interceptadores existentes da Marinha, e seu conceito ‘hit to kill’ o torna particularmente letal contra mísseis balísticos de manobra de alta velocidade. Além disso, o PAC-3 MSE poderia fornecer uma camada adicional de proteção para os navios de guerra equipados com o Aegis.
A demanda pelo Patriot aumentou, e de acordo com um acordo assinado entre a Lockheed Martin e o Pentágono em janeiro, a produção do interceptador deve triplicar nos próximos sete anos, aumentando de cerca de 600 mísseis por ano para mais de 2.000.
Detalhes da Integração
A Lockheed Martin tem buscado a integração há vários anos, mas o novo contrato marca a primeira etapa concreta em direção à instalação do interceptador do Exército em navios da Marinha. A integração do míssil Patriot nos navios da Marinha dos EUA é um passo importante para fortalecer a defesa antimísseis da frota.
- O míssil Patriot será integrado ao sistema de combate Aegis da Marinha dos EUA.
- A implantação fortalecerá o escudo de defesa antimísseis que protege a frota de destróieres da Marinha dos EUA.
- O PAC-3 MSE é mais ágil e letal do que os interceptadores existentes da Marinha.
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