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“Eu sou o chefe”, diz Trump no G7 ao se alinhar a objetivos de guerra da Ucrânia

Resumo da Cúpula do G7

A cúpula do G7, realizada em Evian-les-Bains, na França, foi marcada por uma declaração conjunta dos líderes mundiais em apoio à Ucrânia e contra a Rússia. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou “Eu sou o chefe” durante a reunião, enquanto os líderes reconheciam a melhora na situação da Ucrânia no campo de batalha.

O comentário de Trump foi visto como uma admissão irônica de sua influência sobre a cúpula, que pode reforçar a posição da Ucrânia em possíveis negociações de paz com a Rússia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, e seus aliados compareceram ao G7 na esperança de convencer Trump de que a resistência da Ucrânia está surtindo efeito e que a Rússia não está em posição de ditar os termos de qualquer acordo de paz.

Declaração Conjunta e Comentários dos Líderes

A declaração conjunta dos líderes do G7 sugere que Trump passou a ver com bons olhos o argumento de Zelenskiy após anos de ceticismo. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou que houve uma mudança de posição por parte dos Estados Unidos e do presidente Trump, com uma posição mais dura em relação à Rússia e mais realista quanto à situação no terreno da guerra.

Os líderes do G7 também acolheram com satisfação o acordo preliminar de paz entre os Estados Unidos e o Irã, assinado por Trump na véspera da cúpula. Eles afirmaram que farão esforços para diversificar as rotas de abastecimento de energia a fim de reduzir a dependência do Estreito de Ormuz e aumentar os estoques.

  • Declaração conjunta dos líderes do G7 em apoio à Ucrânia e contra a Rússia
  • Comentários de Trump e outros líderes sobre a situação da Ucrânia e a Rússia
  • Acordo preliminar de paz entre os Estados Unidos e o Irã

No entanto, qualquer esperança de forçar Moscou a entrar em negociações de paz ainda depende de comprometimentos de Trump, que podem ser difíceis de concretizar. Não ficou claro se haverá conversas bilaterais entre Trump e Zelenskiy, e também resta saber se Washington permitirá que as isenções às sanções que restringem as exportações de petróleo russo caduquem.

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