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Estratégia ou Ruptura? A Filiação de Tadeu de Souza ao PP e o Xadrez de David Almeida para 2026

Estratégia ou Ruptura? A Filiação de Tadeu de Souza ao PP e o Xadrez de David Almeida para 2026

O cenário político do Amazonas foi sacudido esta semana por um movimento que muitos consideram o “xeque-mate” antecipado para as eleições de 2026. A filiação do vice-governador Tadeu de Souza ao Partido Progressistas (PP) colocou sob os holofotes sua relação com o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante).

À primeira vista, parece um distanciamento ou uma “queda de braço”, mas para analistas de bastidores, pode ser a peça que faltava em uma engrenagem meticulosamente montada. A tese que ganha força nos corredores da Assembleia Legislativa (Aleam) e da Câmara Municipal (CMM) é a de um alinhamento estratégico.

A Estratégia Desenhada

Ao migrar para o PP, Tadeu de Souza não apenas ganha musculatura partidária própria, mas também se posiciona como um nome de confiança em uma estrutura que David Almeida não controla diretamente pelo Avante. A estratégia desenhada nos bastidores sugere um plano em duas etapas:

  • A Desincompatibilização: Em 2026, o governador Wilson Lima deve deixar o cargo para disputar o Senado.
  • A Ascensão de Tadeu: Tadeu assumiria o comando do Estado, tornando-se o “governador da caneta“, mas mantendo a lealdade ao grupo de David Almeida.

Unindo Forças no Momento Decisivo, a grande questão que movimenta as redes sociais e os portais de notícias é se David e Tadeu estão jogando em lados opostos. A resposta mais provável, baseada no histórico de fidelidade de Tadeu, é que o movimento ao PP serve para ampliar a base de apoio.

Dessa forma, o grupo passaria a contar com a capilaridade do Avante e a estrutura robusta do PP. No momento certo, o “recuo” de um em favor do outro permitiria que David Almeida se consolidasse como o candidato majoritário ao Governo, tendo o apoio direto da máquina estadual operada por seu aliado.

Se a teoria da estratégia conjunta se confirmar, David Almeida pavimenta um caminho onde não terá apenas um aliado no governo, mas um “vice-governador-governador” pronto para entregar a estrutura estadual a um projeto de poder maior em 2026.

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