Esposa de Ramagem Acusa Retorno ao Trabalho Presencial de “Perseguição Política”
A servidora pública Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, classificou a ordem para retornar ao trabalho presencial no governo de Roraima como “perseguição política”. A decisão foi tomada pelo procurador-geral do Estado, Tyrone Mourão.
Rebeca, que é procuradora do Estado de Roraima, alega que cumpre regime de teletrabalho desde 2016 “sem qualquer prejuízo ao serviço público”. Ela afirma que a ordem de retorno ignora o fato de que um terço dos procuradores atua em trabalho remoto.
Em uma publicação no Instagram, Rebeca escreveu que a medida é “desproporcional e arbitrária” e que o procurador-geral do Estado suspendeu seu regime de teletrabalho e impôs presença física obrigatória apenas para prejudicá-la.
Rebeca saiu de férias em novembro e estendeu-as até dezembro. Em seguida, apresentou um atestado de 60 dias solicitando licença médica, alegando “impactos reais, concretos, emocionais e psicológicos” sofridos por ela e por sua família nos últimos meses. O pedido foi acatado pelo Estado.
Algumas das razões pelas quais Rebeca se opõe ao retorno ao trabalho presencial incluem:
- A ordem de retorno ao trabalho presencial é considerada uma “perseguição política” por Rebeca.
- Rebeca alega que o regime de teletrabalho não prejudicou o serviço público.
- A medida é considerada “desproporcional e arbitrária” por Rebeca.
Rebeca recebia um salário bruto de R$ 46 mil mensalmente, mas teve o pagamento suspenso e as contas bloqueadas em dezembro por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
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