Empresariado brasileiro comemora avanço no acordo com União Europeia
O empresariado brasileiro comemorou a aprovação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia, após 25 anos de negociações. A proposta conseguiu o aval do bloco europeu, onde era necessária a chancela de 15 dos 27 Estados-membros, que representam ao menos 65% da população total do bloco.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou o acordo como um passo significativo para avançar na inserção internacional do Brasil e para o fortalecimento da indústria nacional. Segundo a CNI, o acordo pode criar empregos e movimentar a economia do país.
- A CNI prevê que a cada R$ 1 bilhão exportado do Brasil à UE, serão criados 21,8 mil empregos e movimentados R$ 441,7 milhões em massa salarial e R$ 3,2 bilhões em produção.
- A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) ressalta que o acordo é um marco estratégico para a indústria química brasileira, ao ampliar o acesso a um dos maiores mercados consumidores do mundo.
- A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) afirma que a assinatura do acordo representa um marco essencial para o comércio internacional.
A expectativa é de que o acordo abrirá várias janelas de oportunidades para a economia brasileira, incluindo a atração de investimentos dos países europeus no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Além disso, o acordo pode propiciar o aumento das exportações do setor eletroeletrônico para a União Europeia.
As entidades empresariais brasileiras, como a Fiesp, Firjan e Fiemg, comemoraram a aprovação do acordo e destacaram a importância de inovar e melhorar a produtividade para competir com os europeus. No entanto, a Fiemg ressalta que o acordo deve ser analisado com cautela e atenção aos seus impactos sobre a indústria.
Em resumo, o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia é visto como um avanço importante para o empresariado brasileiro, com potencial para criar empregos, movimentar a economia e aumentar as exportações.
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