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Em carta da prisão, Bolsonaro declara apoio a Marcos Pollon ao Senado por MS

Declaração de Apoio de Bolsonaro a Marcos Pollon

O ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso, divulgou uma carta através de sua esposa, Michelle Bolsonaro, declarando seu apoio à candidatura de Marcos Pollon ao Senado pelo Mato Grosso do Sul. A carta foi publicada nas redes sociais de Michelle após sua visita a Bolsonaro na prisão.

Na carta, Bolsonaro afirma que brevemente publicará uma lista dos pré-candidatos do Partido Liberal (PL) ao Senado pelo Brasil e que o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, delegou a ele a responsabilidade de elaborar a lista. Além disso, ele declara que seu candidato para o Mato Grosso do Sul será Marcos Pollon, destacando o caráter, honra e dedicação do deputado federal.

Controvérsia em Torno de Marcos Pollon

A declaração de apoio de Bolsonaro ocorre após a divulgação de anotações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, que indicavam que Marcos Pollon pediu R$ 15 milhões para não ser candidato no Mato Grosso do Sul. No entanto, Flávio negou que tenha anotado que Pollon pediu dinheiro para abrir mão de sua candidatura, afirmando que as anotações foram feitas para se lembrar de avisar ao deputado sobre acusações que estavam circulando.

Marcos Pollon também se manifestou sobre o assunto, afirmando que não negocia e agradecendo Flávio por esclarecer os fatos. Ele afirmou que nunca pediu dinheiro para não ser candidato e que isso não vai acontecer.

Defesa de Michelle e União no Campo Conservador

Michelle Bolsonaro, ao divulgar a carta, reforçou seu apoio à pré-candidatura de Marcos Pollon e destacou a importância da união no campo conservador. Além disso, Bolsonaro, em outra carta divulgada, defendeu a união nas articulações eleitorais e pediu que sua esposa se envolvesse na política apenas após este mês de março, devido a compromissos familiares.

  • Bolsonaro declara apoio a Marcos Pollon ao Senado por MS.
  • Controvérsia em torno de anotações que indicavam que Pollon pediu R$ 15 milhões para não ser candidato.
  • Flávio Bolsonaro e Marcos Pollon negam as acusações e defendem a união no campo conservador.

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