Diretor do BC Comenta sobre Prejuízos do BRB com Liquidação do Will Bank
O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino, forneceu informações importantes durante um depoimento à Polícia Federal (PF) no dia 30 de dezembro. Ele destacou que a liquidação do Will Bank, uma instituição vinculada ao Banco Master, poderia resultar em prejuízos maiores para o Banco de Brasília (BRB).
De acordo com Aquino, a presença de ativos do Will Bank no balanço do BRB é significativa. Portanto, a liquidação do Will Bank poderia levar a perdas mais expressivas para o BRB, caso não seja possível resolver os problemas dentro do Regime de Administração Especial Temporário (Raet).
Motivos da Decisão
Aquino explicou que o perfil do público do Will Bank, principalmente das classes C e D, foi um fator importante na decisão de não liquidar a instituição imediatamente. A avaliação era de que esses clientes poderiam deixar de pagar os cartões em caso de liquidação, o que justificou a opção por um Raet.
Além disso, o diretor do Banco Central mencionou que as perdas do BRB com a compra de ativos do Master poderiam ultrapassar R$ 5 bilhões. O banco do DF pagou R$ 12,2 bilhões por carteiras de crédito, mas conseguiu substituir cerca de R$ 10 bilhões por outros ativos do Master, que também apresentam problemas e podem gerar prejuízos.
Consequências e Perspectivas
Os depoimentos à PF fornecem insights sobre as suspeitas de negócios entre o Master e o BRB. Além disso, os vídeos dos depoimentos mostram versões sobre a empreitada e as decisões tomadas pelo Banco Central.
Em resumo, a liquidação do Will Bank poderia ter consequências significativas para o BRB, devido à presença de ativos do Will Bank no balanço do BRB. A decisão de não liquidar a instituição imediatamente foi baseada no perfil do público e na possibilidade de resolver os problemas dentro do Raet.
- O diretor do Banco Central destacou a importância de considerar o perfil do público do Will Bank.
- A liquidação do Will Bank poderia levar a prejuízos maiores para o BRB.
- O BRB pagou R$ 12,2 bilhões por carteiras de crédito do Master, mas conseguiu substituir cerca de R$ 10 bilhões por outros ativos.
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