Dia da Mulher no Samba: um mapa de Quitéria Chagas pelos sambas cariocas
Quitéria Chagas, atriz e rainha de bateria do Império Serrano, criou um roteiro especial para o Dia da Mulher no Samba, celebrado em 13 de abril. Ela selecionou seis endereços no Rio de Janeiro onde o samba é levado a sério e onde as mulheres se sentem em casa. Esses lugares têm em comum algo que vai além da boa música: são espaços de troca, de memória e de pertencimento real.
Segundo Quitéria, “eu, como rainha de bateria, carrego no meu samba a força da nossa história e das mulheres que abriram caminhos para que hoje a gente ocupe nossos espaços com verdade”. Ela valoriza a importância da presença feminina no samba e como esses espaços permitem que as mulheres sejam ouvidas e visíveis.
- Beco do Rato (Lapa): um ambiente onde a música vem em primeiro lugar e as mulheres se sentem acolhidas e seguras.
- Roda de Samba Nego Damoé (Madureira): um espaço que dá visibilidade às mulheres, rainhas, musas e passistas, e onde o samba nasce da coletividade.
- Rio Scenarium (Centro): um templo do samba que reúne referências, memória e ancestralidade, e onde as mulheres podem brilhar no palco.
- Bar do Zeca Pagodinho (Barra da Tijuca): um lugar que tem identidade, cuidado e verdade, e onde as mulheres podem unir o samba com a vida pessoal.
- Bar dois Arlindos (Barra da Tijuca): um espaço de emoção pura, onde a história da família do Arlindo Cruz se cruza com a de Quitéria.
- Casarão do Firmino (Lapa): um espaço democrático, onde a música é verdadeira e as mulheres podem cantar, tocar e ocupar sem pedir licença.
Esses lugares são um reflexo da importância da presença feminina no samba e da luta pela igualdade e visibilidade. Quitéria Chagas nos leva em uma jornada pelos sambas cariocas, mostrando que o samba é uma forma de expressão e identidade para as mulheres.
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