Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado
De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dezenove estados e o Distrito Federal (DF) fecharam o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.
Os dados mostram que a taxa de desemprego no país como um todo foi de 5,6%, a menor já registrada. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.
As unidades da federação (UF) que alcançaram a taxa mínima de desemprego foram: Mato Grosso, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, São Paulo, Paraíba, Ceará, Pará, Maranhão, Distrito Federal, Amapá, Sergipe, Rio Grande do Norte e Amazonas.
Além disso, a pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca, com destaque negativo para as regiões Norte e Nordeste.
O IBGE aponta ainda que o DF e oito estados fecharam o ano com rendimento mensal do trabalhador acima da média do país (R$ 3.560). O DF lidera o ranking, explicado pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.
Os dados consolidados de 2025 revelam que das 27 UFs, 12 ficaram abaixo da média nacional (5,6%); e 15 superam o desemprego médio no país. Três estados do Nordeste apresentam as maiores desocupações.
- Mato Grosso: 2,2%
- Santa Catarina: 2,3%
- Mato Grosso do Sul: 3,0%
- Espírito Santo: 3,3%
- Paraná: 3,6%
- Rio Grande do Sul: 4,0%
- Goiás: 4,6%
- Minas Gerais: 4,6%
- Tocantins: 4,7%
- São Paulo: 5,0%
O analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a mínima histórica em 2025 “decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link