Desenrola 2.0: Renegociação de Dívidas em Massa
O programa Desenrola 2.0, lançado pelo governo federal, está perto de atingir a marca de R$ 1 bilhão em débitos renegociados, de acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. O programa visa ajudar consumidores a renegociar dívidas atrasadas com bancos em condições mais favoráveis.
Cerca de 200 mil pedidos de renegociação foram enviados aos bancos participantes do programa, e aproximadamente 100 mil operações estão praticamente concluídas. O programa é voltado para pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.
Como Funciona o Desenrola 2.0
O Desenrola 2.0 permite que consumidores renegociem dívidas atrasadas com bancos em condições mais favoráveis. As dívidas que podem ser renegociadas incluem:
- Contratadas até 31 de janeiro de 2026
- Atrasadas entre 90 dias e dois anos
- Ligadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal
As renegociações podem incluir descontos entre 30% e 90%, juros máximos de 1,99% ao mês, prazo de até 48 meses para pagamento e primeira parcela em até 35 dias.
Uso do FGTS e Outras Modalidades
O programa também permite que trabalhadores utilizem parte do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas. Será possível usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.
Além disso, o governo prepara a ampliação do programa para estudantes inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para consumidores que mantiveram suas contas em dia.
O cenário econômico atual, com o elevado endividamento das famílias brasileiras, torna o lançamento do programa Desenrola 2.0 uma medida importante para reduzir a inadimplência no país. O banco central também desempenha um papel fundamental na regulação do sistema financeiro e na prevenção de crises econômicas.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link