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Da invasão de 7 minutos a roubo da Mona Lisa: os maiores furtos do Museu do Louvre

Os Maiores Furtos do Museu do Louvre

O Museu do Louvre, um dos mais famosos do mundo, recentemente foi alvo de uma invasão que durou cerca de 7 minutos, resultando no roubo de nove peças da coleção de Napoleão. Essa não é a primeira vez que o museu enfrenta uma situação dessa natureza. Ao longo dos anos, o Louvre tem lidado com vários roubos, incluindo o famoso furto da Mona Lisa e os saques nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Um dos casos mais notórios é o roubo da Mona Lisa, ocorrido em 1911. Vincenzo Peruggia, um trabalhador italiano, disfarçou-se de funcionário do museu, escondeu-se durante a noite e retirou a pintura na manhã seguinte. A obra foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la em Florença, Itália.

Vandalismo à Mona Lisa

A Mona Lisa, uma das pinturas mais famosas de todos os tempos, também sofreu vários ataques ao longo da história. Em 1956, a obra sofreu dois ataques: um com uma lâmina de barbear e outro quando um homem boliviano lançou uma pedra, causando danos leves que foram reparados. Além disso, em 1974, uma mulher entrou no museu carregando tinta spray vermelha e pulverizou o vidro que protege a Mona Lisa, sem causar danos à obra.

Outros incidentes incluem uma mulher russa que quebrou uma xícara de chá contra a Mona Lisa em 2009, um homem que espalhou bolo sobre a pintura em 2022, e ativistas ambientais que jogaram sopa no vidro à prova de balas que protege a Mona Lisa em 2024. Em todos esses casos, a pintura permaneceu intacta graças ao vidro protetor.

Saques Nazistas e Outros Roubos

Durante a ocupação alemã na Segunda Guerra Mundial, as obras do Louvre estiveram sob risco de roubo. Muitas peças foram evacuadas e escondidas, mas algumas obras foram confiscadas pelos nazistas. Após a guerra, esforços foram feitos para recuperar e devolver essas peças saqueadas.

Outros roubos notórios incluem o furto da pintura “A Onda” de Gustave Courbet em 1971, que nunca foi recuperada, e a tentativa de roubo da obra “A Liberdade Guiando o Povo” de Eugène Delacroix em 1983, que foi frustrada pela captura dos ladrões. Além disso, duas peças renascentistas, um capacete e uma couraça ornamentados, foram roubadas em 1983 e recuperadas somente 40 anos depois, em 2021.

Esses incidentes demonstram a importância da segurança e da proteção das obras de arte em museus como o Louvre, que abrigam patrimônios culturais valiosos e significativos para a humanidade.

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