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Copasa dá novo passo rumo à privatização com acordo para estender concessão em BH

Copasa Avança em Direção à Privatização com Acordo para Estender Concessão em Belo Horizonte

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) deu um importante passo em direção à sua privatização ao anunciar a assinatura de uma carta de intenções com a Prefeitura de Belo Horizonte. Este acordo estabelece os termos para a extensão da concessão da empresa na capital mineira, prevista para ocorrer em um prazo de 1 a 2 semanas.

O acordo prevê a extensão da concessão até 2073, com um pagamento de outorga que variará entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,5 bilhão. Além disso, o valor será incluído na base regulatória, e haverá melhorias significativas no modelo regulatório, como a adoção de uma nova metodologia de cálculo do custo médio ponderado do capital (WACC) e regras de compartilhamento de ganhos. A validação da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (ARSAE) é necessária para a assinatura do acordo, e as mudanças valerão mesmo em caso de privatização.

Análise do Mercado

Segundo o Bradesco BBI, a extensão da concessão e as mudanças regulatórias reforçam a tese de criação de valor no processo de privatização previsto para o primeiro trimestre de 2026. Isso pode trazer benefícios como a captura de eficiência operacional e a melhoria no retorno regulatório. O BBI manteve a recomendação neutra para a Copasa, com um preço-alvo de R$ 56, mas destacou a importância de gatilhos nas próximas semanas, incluindo a votação do projeto de privatização e a assinatura do contrato com Belo Horizonte.

A Genial Investimento avalia que a extensão contratual até 2073 é um movimento estratégico que reduz incertezas regulatórias e assegura previsibilidade de receitas para a Copasa, fortalecendo sua posição frente ao Novo Marco Legal. Já o Itaú BBA destaca que esses desdobramentos reforçam o progresso consistente da agenda de privatização, tanto contratual quanto legislativamente.

  • A extensão da concessão até 2073;
  • Pagamento de outorga entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,5 bilhão;
  • Melhorias no modelo regulatório, incluindo a nova metodologia de WACC e regras de compartilhamento de ganhos.

Esses desenvolvimentos são vistos como positivos para a empresa e reforçam a perspectiva de que a gestão da Copasa conseguirá ampliar o escopo de seus contratos atuais e avançar no processo de privatização.

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