Ken Griffin: O Filantropo por trás do Sucesso da Seleção dos EUA na Copa
A campanha da seleção masculina dos Estados Unidos na Copa do Mundo chegou ao fim, mas a derrota para a Bélgica nas oitavas de final não apaga o brilho do desempenho da equipe. Com a liderança de Mauricio Pochettino, a seleção americana conquistou uma vitória histórica na fase de mata-mata, algo que não acontecia há 24 anos.
O fundador e CEO da Citadel, Ken Griffin, foi fundamental nesse processo. Obcecado por futebol, Griffin teve participação direta na contratação de Pochettino, considerado por muitos como a principal razão do sucesso da equipe. A contribuição de Griffin foi essencial, pois a US Soccer não poderia bancar o salário do técnico sozinha.
Um Histórico de Filantropia
Griffin começou a jogar futebol aos 6 anos e nunca perdeu a paixão pelo esporte. Além de jogar, ele também treinou equipes, incluindo a de seus próprios filhos. Essa relação pessoal com o futebol se traduziu em um longo histórico de filantropia, com doações que totalizam cerca de US$ 2,5 bilhões para causas beneficentes.
No futebol, especificamente, Griffin doou US$ 3 milhões em 2017 para financiar 50 minicampos em Chicago e outros US$ 5 milhões em 2023 para mais 50 minicampos no condado de Miami-Dade. Essas doações ampliaram o acesso a locais seguros para jogar para mais de 100 mil crianças e famílias de comunidades carentes.
- Doação de US$ 3 milhões em 2017 para 50 minicampos em Chicago
- Doação de US$ 5 milhões em 2023 para 50 minicampos no condado de Miami-Dade
- Prêmio #10 Award da U.S. Soccer Foundation por seu impacto filantrópico
Um Plano de Resgate para a US Soccer
Quando a US Soccer precisou de um plano de resgate, Griffin foi chamado para ajudar. A federação não recebe financiamento direto do governo e depende de receita própria, patrocínios e doações. A contribuição de Griffin foi fundamental para contratar Pochettino, que é o técnico mais bem pago da história da US Soccer.
Além disso, Griffin também doou ingressos para a Copa para jovens atendidos por unidades do Boys & Girls Clubs e financiou festas para assistir aos jogos organizadas por ONGs em seus minicampos de Miami.
Com sua filantropia e paixão pelo futebol, Ken Griffin se tornou uma peça-chave na construção da seleção dos EUA para a Copa. Sua contribuição não apenas ajudou a equipe a ter sucesso, mas também ampliou o acesso ao esporte para comunidades carentes.
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