Crise na Venezuela: População Corre para Estocar Alimentos
Após a notícia de que os Estados Unidos haviam lançado ataques aéreos na capital e capturado o líder do país, Nicolás Maduro, os venezuelanos começaram a formar filas em supermercados por todo o país para estocar suprimentos.
Em Caracas, a capital, muitas lojas estavam fechadas, mas algumas que abriram encontraram dezenas de pessoas já esperando do lado de fora. As pessoas enchiam seus carrinhos com água, papel higiênico e outros produtos essenciais. Poucos carros circulavam pelas ruas, e não havia sinais de transporte público.
Áreas próximas a uma base militar que foi atacada estavam sem eletricidade, e usuários de uma empresa privada de internet relataram quedas no serviço. Em alguns bairros, como o Plaza Venezuela, em Caracas, as pessoas formavam filas para comprar alimentos, temendo que as coisas piorem no país.
- Dezenas de pessoas aguardavam para encher galões de água em uma loja de um conjunto habitacional público na cidade.
- Moradores formavam fila para encher galões de água em uma área residencial de Caracas que estava sem eletricidade após os ataques dos EUA.
- Em La Guaira, região próxima aos locais dos ataques, moradores enviaram vídeos mostrando danos em um prédio residencial.
Em outras cidades, como Valência, supermercados abriram cedo, e as pessoas compravam alimentos em pânico, temendo que haja um toque de recolher ou falta de suprimentos. “Não sabemos o que está acontecendo — ninguém sabe”, disse Cecilia Martínez, 47 anos. “Mas somos cinco pessoas na minha casa e meus pais têm mais de 80 anos, então não posso ficar esperando até que digam se haverá toque de recolher ou não.”
A governadora do estado de Sucre, Jhoanna Carrillo, convocou apoiadores do partido no poder para se reunirem mais tarde, exigindo que o mundo inteiro se manifeste contra a ameaça e o caos que tentaram semear em nossa pátria. Em Cumaná, capital de Sucre, civis armados que apoiam o governo começaram a se reunir em caravanas, deixando muitas pessoas assustadas.
Com a situação cada vez mais tensa, a população venezuelana está se preparando para o pior, estocando alimentos e suprimentos, e temendo que as coisas piorem no país.
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