Cláudio Castro não irá depor à CPI do Crime Organizado
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, informou que não irá depor à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado Federal, devido a problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com lombalgia aguda e apresenta dores intensas na região lombar, o que o impede de viajar e realizar atividades presenciais.
A convocação de Castro foi aprovada pela CPI no dia 31 de maio, após sua renúncia ao cargo de governador no dia 23 de março. A renúncia ocorreu um dia antes do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o condenou e o tornou inelegível até 2030.
Segundo a acusação, órgãos estaduais foram usados para criar mais de 27 mil cargos comissionados irregulares, destinados a beneficiar aliados políticos e impulsionar a reeleição de Castro em 2022. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira, acredita que o depoimento de Castro seria fundamental para investigar as falhas e os gargalos institucionais que dificultam o combate à lavagem de dinheiro e à asfixia financeira do crime organizado.
Essa não é a primeira vez que Castro não comparece às reuniões da Comissão. Ele faltou às três tentativas de oitiva agendadas entre fevereiro e março, alegando incompatibilidade de agenda. A CPI está prestes a encerrar suas atividades, após a decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de não prorrogar o prazo da comissão.
- O ex-governador Cláudio Castro foi diagnosticado com lombalgia aguda e não poderá depor à CPI do Crime Organizado.
- A convocação de Castro foi aprovada pela CPI após sua renúncia ao cargo de governador.
- O relator da CPI acredita que o depoimento de Castro seria fundamental para investigar as falhas e os gargalos institucionais que dificultam o combate à lavagem de dinheiro e à asfixia financeira do crime organizado.
A CPI do Crime Organizado está prestes a encerrar suas atividades, e a falta de depoimento de Castro pode ser um obstáculo para a investigação.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link