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Cinco Sinais de que os EUA Podem Atacar o Irã a Qualquer Momento

A tensão entre os Estados Unidos e o Irã tem aumentado significativamente nos últimos tempos, com uma combinação de ultimatos públicos, movimentações militares aceleradas e negociações nucleares emperradas. Embora não haja uma declaração oficial de ofensiva por parte de Washington, os sinais emitidos pela Casa Branca e pelo Pentágono sugerem que os EUA estão se preparando para agir rapidamente contra o Irã, caso considerem que a diplomacia fracassou.

Os principais indícios que apontam para uma possível ação militar incluem:

  • Prazo Público Imposto por Trump: O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã tem de 10 a 15 dias para fechar um acordo nuclear “significativo”, alertando que, caso contrário, “coisas ruins acontecem”. Isso eleva a pressão diplomática e sugere que medidas mais duras podem estar sendo consideradas.
  • Reforço Militar Americano na Região: Os EUA enviaram reforços ao Oriente Médio, incluindo um segundo porta-aviões e aeronaves adicionais. A presença ampliada de forças navais aumenta a prontidão operacional.
  • Mobilização Estratégica no Mediterrâneo: O deslocamento do porta-aviões USS Gerald R. Ford para próximo da entrada do Mar Mediterrâneo amplia o alcance militar americano na região e reforça a capacidade de resposta rápida a qualquer escalada.
  • Alertas sobre Preparação de Forças até Março: Autoridades americanas informaram que as forças necessárias para uma possível ação militar podem estar totalmente mobilizadas até meados de março.
  • Escalada Retórica e Militar do Irã: O Irã realizou exercícios com munição real no Estreito de Ormuz e enviou carta ao Conselho de Segurança da ONU afirmando que responderá “de forma decisiva e proporcional” a qualquer agressão.

Além disso, o momento é delicado para Teerã no plano interno e externo, com o regime iraniano enfrentando desgaste após ataques israelenses e americanos no ano passado e novos protestos reprimidos com violência nos últimos meses. Enquanto isso, o Irã mantém exercícios militares conjuntos com a Rússia e resiste às exigências dos EUA e de Israel para limitar não apenas o programa nuclear, mas também o desenvolvimento de mísseis e os laços com grupos armados na região.

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