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China Revoga Isenção Fiscal sobre Contraceptivos

A China decidiu revogar a isenção fiscal sobre medicamentos e dispositivos contraceptivos, visando estimular a natalidade no país. A partir deste ano, preservativos e anticoncepcionais passarão a ter uma alíquota de 13%, que é a taxa padrão aplicada à maioria dos bens de consumo na China.

Essa mudança faz parte de uma série de esforços do governo chinês para aumentar as taxas de natalidade, que têm declinado significativamente nos últimos anos. A China enfrenta um desafio demográfico, com uma população que está envelhecendo rapidamente e uma taxa de natalidade que está abaixo do nível de reposição.

A decisão de cobrar imposto sobre contraceptivos é uma medida controversa, pois pode afetar o acesso a métodos de planejamento familiar para muitas pessoas, especialmente as de baixa renda. No entanto, o governo chinês acredita que essa medida pode ajudar a estimular a natalidade e mitigar os efeitos do envelhecimento da população.

Impacto sobre a População

A revogação da isenção fiscal sobre contraceptivos pode ter um impacto significativo sobre a população chinesa. Alguns dos principais efeitos incluem:

  • Aumento do custo de vida para as famílias, especialmente aquelas que dependem de métodos de planejamento familiar para controlar o tamanho da família.
  • Redução do acesso a métodos de planejamento familiar, especialmente para as pessoas de baixa renda.
  • Potencial aumento das taxas de natalidade, à medida que as pessoas sejam incentivadas a ter mais filhos devido ao aumento do custo dos métodos de planejamento familiar.

É importante notar que a decisão de cobrar imposto sobre contraceptivos é apenas uma das muitas medidas que o governo chinês está implementando para estimular a natalidade. Outras medidas incluem incentivos financeiros para as famílias que têm filhos, melhorias nos serviços de saúde materno-infantil e campanhas de conscientização sobre a importância da natalidade.

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