Chanceler venezuelano cobra reação da Celac após ataque dos EUA
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, fez um apelo neste domingo para que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) tome uma posição mais firme diante da ofensiva militar ordenada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra Caracas e outras regiões do país.
De acordo com o chanceler venezuelano, a ação militar dos EUA configura uma “agressão” e resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Essa situação gerou grande preocupação e tensão na região.
A reação do chanceler venezuelano visa buscar apoio e solidariedade da comunidade internacional, especialmente da Celac, que é um fórum regional que reúne países da América Latina e do Caribe. A expectativa é que a Celac adote uma posição unificada e firme contra a intervenção militar dos EUA na Venezuela.
- A ofensiva militar dos EUA contra a Venezuela é vista como uma ameaça à soberania e à integridade territorial do país.
- A captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, é considerada um ato de agressão e violação dos direitos humanos.
- A comunidade internacional, especialmente a Celac, é chamada a se posicionar contra a intervenção militar dos EUA e a apoiar a Venezuela na defesa de sua soberania.
A situação na Venezuela é complexa e delicada, e a reação da Celac pode ser fundamental para ajudar a resolver a crise e restaurar a paz e a estabilidade no país. A expectativa é que a comunidade internacional se una em torno da defesa da soberania e da integridade territorial da Venezuela.
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