Cantareira ganha fôlego com as chuvas, mas continua em estado de alerta em SP
Depois de cinco meses em nível crítico, o Sistema Cantareira passa a ser usado com mais folga para o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo. As chuvas de fevereiro foram acima da média e ajudaram a recompor o manancial, que atingiu 35,24% do volume útil.
Mesmo assim, a situação ainda é de alerta. O Cantareira depende de mais chuvas em março para enfrentar o período mais seco do ano. A Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) autorizaram a operação do sistema na Faixa 3 – Alerta, que permite a retirada de até 27 metros cúbicos por segundo.
A maior captação não altera a redução na pressão noturna que reduz a oferta de água por 10 horas durante a noite. A Sabesp informou que eventual mudança depende das agências reguladoras. O Cantareira abastece 9 milhões de pessoas na região metropolitana.
As agências recomendam a adoção de medidas de uso racional de água pelos demais usuários para preservar o volume de água armazenado nos reservatórios do Sistema. A redução na pressão continua, com 10 horas de redução noturna diária, e depende do volume útil de todo o Sistema Integrado Metropolitano (SIM).
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) previu que o Cantareira vai terminar o verão, no final deste mês, ainda em estado de alerta. O mês de fevereiro teve chuvas acima da média, mas o período de estiagem começa em março e vai até setembro.
As principais medidas para preservar o volume de água armazenado nos reservatórios do Sistema incluem:
- Uso racional de água;
- Redução do consumo de água;
- Redução de perdas de água.
Essas medidas são fundamentais para garantir o abastecimento de água para a Região Metropolitana de São Paulo. A situação do Cantareira ainda é de alerta, e é importante que a população continue a adotar medidas de uso racional de água para preservar o volume de água armazenado nos reservatórios do Sistema.
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