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“Calote” de R$ 3,6 bilhões da Braskem no BB é descoberto e ações caem mais de 10%

Calote da Braskem no Banco do Brasil

As ações da Braskem (BRKM5) sofreram uma queda significativa de cerca de 10% nesta quinta-feira (12), após a notícia de que a empresa foi responsável por um “calote” de R$ 3,6 bilhões no Banco do Brasil (BBAS3) no quarto trimestre do ano passado.

De acordo com a Folha de S. Paulo, a operação de crédito que estava inadimplente foi regularizada em janeiro deste ano. O Banco do Brasil informou que o indicador de inadimplência atingiu 3,75% no caso da carteira de pessoas jurídicas, impactado por um caso específico na carteira de TVM (títulos e valores mobiliários) no valor de R$ 3,6 bilhões.

A empresa não revelou o nome da empresa responsável pelo calote, mas o vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do BB, Felipe Prince, disse que a dívida foi repassada a um fundo que compra crédito de maior risco, chamados no mercado de “gestoras de situações especiais”.

Além disso, a Braskem confirmou a decisão da Petrobras (PETR3;PETR4) de não exercer direito de preferência em potencial venda da petroquímica. A Petrobras afirmou que não exercerá seus direitos de preferência e tag along previstos no acordo de acionistas da Braskem na potencial venda das ações da petroquímica detidas pela Novonor para o Shine Fundo de Investimento em Direitos Creditórios de Responsabilidade Limitada (FIDC).

Os motivos por trás da queda das ações da Braskem incluem:

  • A notícia do calote de R$ 3,6 bilhões no Banco do Brasil;
  • A regularização da operação de crédito inadimplente em janeiro deste ano;
  • A decisão da Petrobras de não exercer direito de preferência em potencial venda da petroquímica.

Esses fatores contribuíram para a queda significativa das ações da Braskem, que caíram 10,80% para R$ 9,66. A negociação das ações foi interrompida por conta de fato relevante.

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