Calendário Econômico: Dados de Indústria no Brasil e Trabalho nos EUA são Foco
A primeira semana de junho será marcada por uma agenda intensa no Brasil e no exterior, com destaque para indicadores de atividade, inflação e mercado de trabalho. No Brasil, os dados de produção industrial e fluxo externo ajudam a medir o pulso da economia, enquanto nos Estados Unidos, o payroll domina as atenções.
No cenário doméstico, a semana começa com indicadores de confiança e o tradicional Boletim Focus, que atualiza as projeções do mercado para inflação, juros e crescimento. Ainda na segunda-feira, o PMI industrial e o Índice de Confiança Empresarial ajudam a calibrar a percepção sobre o ritmo da atividade no início de junho.
Na terça-feira, o destaque é o IPC da Fipe e a Síntese das Sondagens da FGV, que consolidam a leitura dos diversos setores da economia. Já na quarta-feira, a agenda ganha mais peso com a divulgação da produção industrial de abril pelo IBGE, além do PMI de serviços e composto.
O mesmo dia concentra uma série de dados relevantes do banco central, como o fluxo cambial semanal, o Índice de Commodities (IC-Br) e a Pesquisa de Estabilidade Financeira. A balança comercial de maio também será conhecida, oferecendo uma leitura atualizada do setor externo.
Na sexta-feira, os dados da Anfavea sobre produção e vendas de veículos encerram a agenda doméstica, funcionando como termômetro adicional da atividade.
No exterior, os indicadores de atividade dominam o início da semana, com a divulgação dos PMIs industriais nas principais economias — incluindo Alemanha, Zona do Euro, Reino Unido, China e Estados Unidos — oferecendo um panorama global do setor manufatureiro.
Os principais indicadores da semana incluem:
- Payroll nos EUA
- PMIs globais
- Produção industrial no Brasil
- Fluxo externo no Brasil
- Balança comercial de maio no Brasil
A semana também contará com discursos importantes, como o do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde.
Além disso, a semana será marcada por eleições presidenciais na Colômbia, o que pode afetar os mercados emergentes.
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