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BradSaúde (SAUD3) estreia na B3 em alta de 6% após divulgar 1º balanço consolidado

BradSaúde (SAUD3) Estreia na B3 com Alta de 6% após Divulgar 1º Balanço Consolidado

A BradSaúde (SAUD3), criada a partir da fusão de ativos de saúde do Bradesco e da Odontoprev, teve um primeiro dia de negociação em Bolsa sob novo ticker com alta de 6,06%, fechando em R$ 15,93. Isso ocorreu após a divulgação do lucro líquido de R$ 1,308 bilhão no primeiro trimestre de 2026.

O desempenho da empresa foi considerado sólido pelo BTG Pactual, com destaque para a melhora consistente na sinistralidade, expansão da base de beneficiários e contribuição inicial positiva da vertical hospitalar. O retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROAE) atingiu 24,8% no 1T, frente a 23,7% no 4T.

Os analistas do Goldman Sachs e do Morgan Stanley também avaliaram o desempenho da BradSaúde e da Odontoprev. O Goldman Sachs destacou a pressão de margem no negócio odontológico, com o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) ajustado recuando 4% na comparação anual. Já o Morgan Stanley ressaltou o forte crescimento da base de beneficiários da Odontoprev, com adições líquidas de 141 mil no trimestre e avanço anual de 5,7%.

No segmento de planos de saúde, o Goldman Sachs destacou a melhora relevante na sinistralidade (MLR), com avanço de 1,4 ponto percentual na comparação anual, além de adições líquidas sólidas de 52 mil clientes no trimestre. O Morgan Stanley também avaliou o desempenho do Bradesco Saúde, considerando-o sólido, com prêmios líquidos avançando 8,6% na comparação anual e melhora na sinistralidade para 79,1%.

Os analistas também discutiram a carteira da BradSaúde, destacando a importância de uma carteira mais equilibrada e de maior disciplina na precificação. O Morgan Stanley apontou que a companhia agora se beneficia de uma carteira mais equilibrada e de maior disciplina na precificação, o que reforça a continuidade da recuperação da base iniciada em 2025.

Em termos de valuation, o Goldman Sachs mantém recomendação de venda, com preço-alvo de R$ 11,50 para a Odontoprev, enquanto o BTG Pactual reitera recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 18. O Morgan Stanley, por sua vez, reitera recomendação neutra e preço-alvo de R$ 16,50.

  • Lucro líquido de R$ 1,308 bilhão no primeiro trimestre de 2026.
  • Alta de 6,06% no primeiro dia de negociação em Bolsa.
  • Melhora consistente na sinistralidade e expansão da base de beneficiários.
  • Contribuição inicial positiva da vertical hospitalar.
  • Retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROAE) de 24,8% no 1T.

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