Declarações de Boulos sobre o ICMS e os Caminhoneiros
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, fez declarações fortes sobre a situação dos caminhoneiros e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis. Ele acusou governadores de serem omissos diante da alta no preço do óleo diesel e destacou as ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para atender às demandas dos caminhoneiros.
Em uma reunião com lideranças dos caminhoneiros, Boulos afirmou que “os caminhoneiros não podem pagar o preço da irresponsabilidade e da ganância dessas distribuidoras que estão aumentando o preço artificialmente”. Ele também criticou a omissão de governadores que não querem mexer no ICMS para estabilizar o preço do combustível e do diesel.
Propostas do Governo
O governo sugeriu que governadores reduzissem as alíquotas de ICMS sobre combustíveis para aliviar os aumentos registrados nas últimas semanas. No entanto, a recepção por parte dos secretários de Fazenda dos Estados não foi positiva. Em resposta, o governo propôs um novo formato de subvenção para a importação de combustíveis, que seria arcada em partes pelos Estados e em partes pela União.
Boulos destacou que a reunião teve o objetivo de falar dos “compromissos do governo” com os caminhoneiros e que o Palácio do Planalto vai intensificar as ações em relação à fiscalização dos postos de combustível. Ele também afirmou que o governo não vai “deixar essa pauta de lado” com a decisão dos caminhoneiros de não realizarem uma paralisação.
Próximos Passos
O ministro disse que o governo manterá um canal de diálogo com os caminhoneiros enquanto a medida provisória que trata do piso mínimo do frete estiver em discussão no Congresso Nacional. Ele afirmou que “hoje aqui firmamos o compromisso de, enquanto a MP estiver tramitando no Congresso, nós vamos manter uma mesa de diálogo permanente com os caminhoneiros tratando dos temas e lutando pra que não tenha nenhum retrocesso na medida provisória”.
Alguns pontos importantes a serem considerados incluem:
- A necessidade de reduzir as alíquotas de ICMS sobre combustíveis para aliviar os aumentos registrados nas últimas semanas.
- A importância de manter um canal de diálogo com os caminhoneiros enquanto a medida provisória que trata do piso mínimo do frete estiver em discussão no Congresso Nacional.
- A necessidade de intensificar as ações em relação à fiscalização dos postos de combustível.
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