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Boné e moletom ajudaram a identificar adolescente responsável por morte do cão Orelha

Caso do Cão Orelha: Investigação Concluída

A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu as investigações sobre a morte do cão Orelha, um cachorro comunitário de Florianópolis que foi agredido e morto na Praia Brava no início de janeiro. A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e pela Delegacia de Proteção Animal (DPA).

Para chegar ao autor do crime, a Polícia Civil analisou cerca de mil horas de filmagens, ouviu 24 testemunhas e utilizou um software francês para analisar a localização do adolescente. Além disso, a polícia encontrou provas importantes, como um boné rosa e um moletom, que foram utilizados pelo adolescente no dia do crime.

Provas e Investigação

As provas encontradas incluem:

  • Imagens de filmagens que mostram o adolescente saindo do condomínio onde mora e retornando com uma amiga;
  • Testemunhas que comprovaram que o adolescente estava fora do condomínio no momento do crime;
  • O boné rosa e o moletom, que foram encontrados com o adolescente e são considerados provas importantes.

A Polícia Civil também descobriu que o adolescente viajou para os Estados Unidos no mesmo dia em que a polícia chegou ao seu nome como suspeito do crime. Ele retornou no dia 29 de janeiro e teve celulares e roupas apreendidos ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Florianópolis.

Conclusão da Investigação

A Polícia Civil concluiu que o adolescente é o responsável pela morte do cão Orelha e pediu a internação do jovem, que é equivalente a uma prisão de adulto. A investigação seguiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e foi concluída após o depoimento do autor.

A defesa do adolescente afirmou que as informações divulgadas são “elementos circunstanciais” e não podem ser considerados prova. No entanto, a Polícia Civil afirma que as provas encontradas são suficientes para concluir que o adolescente é o responsável pelo crime.

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