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Blocos da Saúde Mental quebram Preconceitos e Reforçam Inclusão no Rio

O carnaval do Rio de Janeiro é um evento que combina alegria, beleza, criatividade, emoção e diversidade, e também é um espaço de inclusão. Os blocos de saúde mental são um exemplo disso, reunindo usuários da rede de atenção psicossocial, familiares, profissionais de saúde e a comunidade de cada localidade.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), esses blocos mostram que a maior festa popular do país também é um lugar de conscientização e combate a estigmas e preconceitos. O superintendente de Saúde Mental da secretaria, Hugo Fernandes, afirma que esses blocos são espaços de expressão, pertencimento e cidadania, fundamentais para uma política de cuidado em liberdade.

Os blocos de saúde mental atuam como espaços de convivência e cuidado, oferecendo oficinas de música, fantasia, artesanato e percussão durante o ano. Essas atividades estimulam a expressão artística dos usuários e ampliam o diálogo com a sociedade sobre inclusão social, respeito às diferenças e cuidado coletivo.

Alguns exemplos de blocos de saúde mental que se destacam no Rio de Janeiro incluem o Zona Mental, o Tá Pirando, Pirado, Pirou!, o Império Colonial e o Loucura Suburbana. Cada um deles tem sua própria história e objetivo, mas todos compartilham o compromisso de quebrar preconceitos e promover a inclusão.

  • O Zona Mental, criado em 2015, tem como objetivo promover a reintegração social de pacientes atendidos por meio da música, da arte e do carnaval.
  • O Tá Pirando, Pirado, Pirou!, fundado em 2001, comemora 25 anos da aprovação da Lei 10.216/2001, conhecida como Lei Antimanicomial ou Lei da Reforma Psiquiátrica no Brasil.
  • O Império Colonial, criado em 2009, homenageia o artista plástico Arthur Bispo do Rosário, diagnosticado com esquizofrenia, e destaca a importância da arte e da cultura na saúde mental.
  • O Loucura Suburbana, fundado em 2001, é o mais antigo do grupo e tem como objetivo promover a inclusão e a diversidade no carnaval do Rio de Janeiro.

Esses blocos de saúde mental são um exemplo de como a arte e a cultura podem ser usadas para promover a inclusão e quebrar preconceitos. Eles mostram que a saúde mental é uma questão importante e que todos devem ser incluídos e respeitados, independentemente de suas condições.

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