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Bienal de Veneza 2026: mais sobre a exposição central e os pavilhões em destaque

Bienal de Veneza 2026: Uma Exposição em Constante Evolução

A Bienal de Veneza, uma das mais influentes exposições de arte do mundo, está de volta em 2026 com uma edição que promete desafiar as noções tradicionais de arte e curadoria. A exposição central, intitulada In Minor Keys, reúne 111 artistas, duplas e coletivos de todo o mundo e se espalha pelos Giardini e o Arsenale, além de ocupar outros pontos da cidade.

A curadoria da camaronense Koyo Kouoh, que faleceu em 2025, foi mantida integralmente, o que desloca a noção de autoria e reafirma a continuidade da curadoria no tempo. A exposição se organiza por “motivos” em vez de categorias temáticas, criando uma experiência mais dinâmica e imersiva para os visitantes.

Os Pavilhões em Destaque

Além da exposição central, os pavilhões nacionais são um dos principais atrativos da Bienal de Veneza. Mais de 90 países participam da exposição, cada um com sua própria curadoria e projeto. Alguns dos destaques incluem o pavilhão brasileiro, com a exposição Comigo Ninguém Pode, concebida por Diane Lima; o pavilhão alemão, que aborda a arquitetura do poder com os cenários teatrais mobiliados de Henrike Naumann; e o pavilhão do Reino Unido, que traz a artista Lubaina Himid para o centro da cena.

Outros pavilhões que chamam a atenção incluem o dinamarquês, com a curadoria de Chus Martínez e a artista Maja Malou Lyse; o equatoriano, com a exposição Antimundo, de Oscar Santillán; e o catariano, com a obra Untitled 2026 (A Gathering of Notable People), que mistura nomes como Sophia Al-Maria, Tarek Atoui, Alia Farid e Fadi Kattan.

A Bienal de Veneza 2026 é uma oportunidade única para entrar em contato com diferentes visões de mundo e construir uma leitura profunda do presente. Com sua abordagem inovadora e sua diversidade de projetos, a exposição promete ser um evento cultural imperdível.

  • A exposição central, In Minor Keys, reúne 111 artistas, duplas e coletivos de todo o mundo.
  • A curadoria da camaronense Koyo Kouoh foi mantida integralmente, deslocando a noção de autoria e reafirmando a continuidade da curadoria no tempo.
  • Mais de 90 países participam da exposição, cada um com sua própria curadoria e projeto.

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