Análise Técnica do Banco do Brasil (BBAS3)
O Banco do Brasil (BBAS3) chega pressionado à abertura do pregão após a divulgação do balanço do primeiro trimestre de 2026, que mostrou uma queda de 53,5% no lucro líquido ajustado em comparação anual. O resultado foi afetado principalmente pelo aumento da inadimplência e pela deterioração da carteira de agronegócios.
No gráfico diário, o Banco do Brasil rompeu a linha de tendência de alta que sustentava o fluxo comprador e passou a negociar abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Isso sinaliza um fortalecimento da pressão vendedora no curto prazo. O fechamento em R$ 20,89, com recuo de 2,63%, reforça o enfraquecimento técnico do papel.
Os principais pontos de atenção são as regiões de suporte em R$ 20,72 e R$ 19,75. Caso essas faixas sejam rompidas, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais intensidade, abrindo espaço para movimentos em direção a R$ 18,76, R$ 17,87, R$ 17,11 e posteriormente na região de R$ 16,48.
Para que BBAS3 volte a ganhar tração compradora, será necessário recuperar inicialmente a região das médias móveis e superar as resistências em R$ 21,70, R$ 22,32 e R$ 22,80. Acima dessas regiões, o ativo pode buscar níveis mais altos em R$ 24,14, R$ 25,49 e novamente a faixa de R$ 27,75.
- O IFR (14) em 28,85 pontos encontra-se em região de sobrevenda, indicando que o papel está esticado no curto prazo.
- A análise técnica indica cautela no curto e médio prazo, com o ativo permanecendo tecnicamente fragilizado.
- A recuperação das médias móveis e de resistências importantes pode aliviar o cenário corretivo observado atualmente.
Em resumo, o Banco do Brasil (BBAS3) chega pressionado à abertura do pregão após a divulgação do balanço do primeiro trimestre de 2026, que mostrou uma queda significativa no lucro líquido ajustado. A análise técnica indica cautela no curto e médio prazo, com o ativo permanecendo tecnicamente fragilizado.
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